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Jovens participantes da Jornada Mundial da Juventude participam da missa especial na Esplanada PDF Imprimir E-mail
16-May-2010

 Foto: Geraldo Magela

 

Jovens ofertam a cruz, símbolo da jornada, criada pelo Papa João Paulo II

 

Um dos pontos fortes da celebração especial para a juventude foi a participação dos jovens que já foram ou vão participar da Jornada Mundial da Juventude. Mais de 10 jovens, unidos, subiram no altar-monumento carregando a réplica da Cruz da Jornada Mundial da Juventude para ser ofertada. Constituída de madeira, medindo 3,8 metros, ela foi idealizado pelo Papa João Paulo II e foi entregue aos jovens para que a levassem para todo o mundo. Ficou conhecida também como a Cruz dos Jovens. Já em 2003, o Papa criou mais um símbolo, o ícone de Nossa Senhora, sinal da presença materna na jornada.


Entre aqueles que carregaram a cruz, estava João Paulo Miranda. Ele participará, pela primeira vez da jornada, no próximo ano, em Madri, na Espanha. Segundo ele, o encontro é uma possibilidade que a igreja tem de mostrar que está presente também para os jovens. “A jornada é um chamado da igreja para nós. É uma forma de encontrarmos jovens com a mesma disposição e esperança que nós temos”, disse.


Ao contrário de João, Roberto Jardim Cavalcante é experiente em jornadas mundiais. Ele participou do evento em 2002, em Toronto, no Canadá; e em 2005, repetiu a dose, só que desta vez, levou a esposa grávida de cinco meses. Para Roberto, a primeira experiência foi bem marcante, pois não imaginava que uma mensagem dita há dois mil anos atrás, pudesse atingir tanta gente. “É muito bom ver a igreja ‘pulsando’ e perceber que é possível existir uma unidade em meio a tanta diversidade de povos e culturas”, ressaltou.


Como Roberto, Ana Celina Fernandes, também sabe como é vivenciar essa unidade. E mesmo com todas as diferenças entre povos, garante que o sentimento de se sentir em casa, mesmo sem nunca ter pisado no país, é uma sensação única. “São várias culturas e a mesma essência. Fortalece a fé e o vigor da caminhada ao rumo certo”.

 

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Por Andrea Lopes

 
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